Durante séculos, a criatividade foi a estrela principal do espetáculo humano. A centelha divina que nos fez pintar tetos de capelas, escrever tragédias imortais, inventar o avião e imaginar futuros impossíveis. Mas eis que surge um novo personagem no palco: a inteligência artificial — com seus algoritmos bem ensaiados e uma capacidade quase assustadora de…